Existe um chavão, muito usado sobretudo por populistas, que diz: “nos Estados Unidos inova-se, na China copia-se e na União Europeia regula-se”. Mas será que esta ideia de crescimento empresarial, baseado apenas no aumento de vendas e faturação, é sustentável para o tecido empresarial privado? A resposta é não.
A desconexão de grande parte do empreendedorismo e do tecido empresarial, tanto privado como público, dos impactos das suas atividades em contraste com o real benefício que trazem à sociedade é grosseiramente ignorada e frequentemente descontextualizada.
À luz destes dados, as regulações europeias e os investimentos de longo prazo na estabilização do clima posicionam o continente como um polo empresarial de longo prazo. Mais que um custo, é investimento.